Poker online

Por Gamerscard - 31 de Março de 2022

Por muito tempo, o poker foi considerado um campo masculino, com as mulheres representando apenas 5% dos fields. Felizmente, isso vem mudando e, com o passar do tempo, o poker feminino conquista cada vez mais espaço no cenário mundial

Muitas mulheres já ultrapassaram marcas milionárias em premiações e alcançaram o prestígio da conquista de títulos no esporte. Confira com a gente 10 mulheres que dão show no poker.

Lauriê Tournier

10 mulheres que não brincam em serviço no mundo do poker pro Lali Fonte: SuperPoker

Conhecida também como “Lali”, a catarinense é um dos principais nomes do poker brasileiro. Muito competitiva, jogava xadrez profissionalmente até 2010, quando decidiu entrar no mundo do poker. Uma boa decisão, já que Lali não para de ganhar enormes premiações desde então. Ela já venceu grandes nomes do poker, inclusive sendo a campeã do evento US $1.050 Series Saver Prog. KO da WCOOP, levando a premiação absurda de mais de US $180.000 dólares.

Lauriê, além disso, tem um canal na Twitch onde faz streaming de suas competições de poker e partidas de CS:GO. Envolvida em tantos jogos assim, não é nenhuma surpresa que ela tenha se tornado recentemente embaixadora da GamersCard. 

Vivian Saliba

10 mulheres que não brincam em serviço no mundo do poker pro VivianFonte: SuperPoker

De São Paulo, Vivi, como é conhecida, tem uma carreira de dar inveja. Joga desde 2014, tendo se tornando a primeira mulher a vencer o ranking geral da modalidade de Omaha no Campeonato Paulista de 2015. Inclusive, Vivian já largou o emprego para se dedicar completamente ao esporte. Hoje é, indiscutivelmente, uma poker pro. Obviamente, tanta dedicação impulsionou a carreira internacional da jogadora, que já competiu em países como Estados Unidos, Espanha, Bélgica, República Tcheca, Uruguai e vários outros.

Vivian também participa muito de torneios Ladies, exclusivamente femininos, e acredita que juntar as mulheres que gostam de poker fideliza o esporte no âmbito feminino e ajuda a transformar jogadoras recreativas em profissionais. 

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Annette Obrestad

10 mulheres que não brincam em serviço no mundo do poker pro AnnetteFonte: PokerPhotoArchive

O que mais chama a atenção na carreira da Norueguesa Annette "Annette_15" Obrestad é a idade com que ela começou a jogar poker pro: apenas 15 anos. Além de já ter ganhado $500.000 em torneios na Pokerstars, em 2007 Annette venceu um sit-and-go online de 180 pessoas olhando suas cartas apenas uma vez, por conta de um all-in. Ela diz que fez isso para mostrar o quão importante é a posição e prestar atenção aos outros jogadores da mesa. Mais para o fim de 2007, Annette foi campeã do main event da WSOP Europe um dia antes de fazer 19 anos. Ganhando o prêmio de $2.100.000, ela quebrou por pouco o recorde anterior de Annie Duke.

Caroline Dupre

10 mulheres que não brincam em serviço no mundo do poker pro CarolineFonte: Lance!

Veterana das mesas, Caroline começou a se destacar em 2013 e, logo em 2014, já havia vencido 245 jogadores em uma das etapas do Campeonato Brasileiro. Caroline estourou mesmo em 2018, quando não só ganhou o evento Ladies, no World Series of Poker International Circuit,  realizado no Rio de Janeiro, como também um torneio do Kings Series of Poker (KSOP), segundo maior circuito de poker do Brasil.

Vanessa Selbst

10 mulheres que não brincam em serviço no mundo do poker pro VanessaFonte: PokerNews

Nenhuma lista estaria realmente completa sem ela: nascida em 1984, Vanessa foi a primeira e única poker a ganhar três braceletes da World Series of Poker em eventos abertos. O sucesso dela é uma verdadeira inspiração para várias jogadoras. 

Além dos braceletes, seu currículo também contempla dois títulos NAPT e quase US$12 milhões em premiações.

Annie Duke

10 mulheres que não brincam em serviço no mundo do poker pro AnnieFonte: Arquivo pessoal

Annie é mais que uma poker pro: é a própria Duquesa do poker! Embora seu histórico em torneios seja formidável, ela é mais conhecida por jogar nos mais altos níveis de mesas a dinheiro (cash tables), e suas impressionantes vitórias em torneios incluem um bracelete da WSOP, o Tournament of Champions da WSOP 2004, e o National Heads-Up de 2010. Por muitos anos, Annie foi a jogadora de poker feminino mais premiada na World Series, mas seu recorde foi recentemente ultrapassado por Vanessa Selbst.

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Kristen Bicknell

10 mulheres que não brincam em serviço no mundo do poker pro KristenFonte: thehendonmob

A americana Kristen “krissyb24” Bicknell fez sua fama ao alcançar o status de Supernova Elite no Pokerstars por 3 anos seguidos, para isso foram necessárias aproximadamente 2.5 milhões de mãos jogadas por ano. Além desse número absurdo, Kristen também venceu o campeonato No Limit Hold'em feminino da WSOP 2013 e em 2017 alcançou a posição de número um no ranking das jogadoras de poker feminino. Como se não bastasse, ela ainda ganhou seu terceiro bracelete da WSOP online em 2020 e sua premiação total já ultrapassa inacreditáveis $5.000.000.

Liv Boeree

10 mulheres que não brincam em serviço no mundo do poker pro LivFonte: Habwin

Conhecida por suas aparições na TV como apresentadora e atriz, a britânica Liv Boeree também brilhou no poker por mais de uma década. Com uma premiação de quase US$4 milhões, ela é a segunda jogadora europeia que mais faturou em todos os tempos, com destaque para o título do European Poker Tour Sanremo, em 2010, e um bracelete do WSOP em 2017.

Dayane Kotoviezy

10 mulheres que não brincam em serviço no mundo do poker pro DayaneFonte: VR News

Curitibana, melhor conhecida como “Day”, ela é uma das principais competidoras do Ladies, inclusive vencendo uma etapa do torneio na BSOP. Em 2019, Day foi uma das melhores representantes do Brasil no Partypoker MILLIONS South America, que aconteceu no Rio de Janeiro, terminando em 11ª dentre mais de 430 participantes.

Brilhando tanto ao vivo como no poker online, Day é uma das jogadoras de maior destaque atualmente, sendo inspiração para qualquer jogador de poker.

Milena Magrini

10 mulheres que não brincam em serviço no mundo do poker pro MilenaFonte: SuperPoker

Nas mesas, Milena é uma paulista que ama tanto poker que também optou por viver do esporte. Muito experiente nas mesas, em 2019 conseguiu um dos melhores desempenhos da carreira, ficando em terceiro lugar no Aconcagua Million Madrid, um dos maiores torneios da Espanha.

O que dizem as jogadoras?

10 mulheres que não brincam em serviço no mundo do poker pro Lali embaixadora GamersCardFonte: VIP-Grinders

A GamersCard queria entender um pouco mais sobre como foi a entrada dessas grandes jogadoras no mundo do poker, rompendo definitivamente a barreira masculina.

Lauriê Tournier, a Lali, conta que 12 anos atrás a recepção que teve não foi das melhores: “O poker é um reflexo da sociedade e, por mais que você seja uma mulher distraída, que acredito até que era meu caso, você acaba vendo e ouvindo muitas coisas que estão erradas e que prefere fingir que não ouviu”. Hoje, ainda segundo Lali, novas jogadoras podem se inserir no meio sofrendo muito menos preconceito, graças às suas predecessoras.

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Ainda assim, existe um longo caminho a percorrer.  “Quando você é mulher, você (ainda) precisa pontuar várias coisas que não são legais e ficar se provando o tempo inteiro. Assim como na sociedade e em várias áreas”.

Citando suas inspirações, como Kristen Bicknell (por ser uma jogadora High Stakes que “bate de frente com os caras) e Annette Obrestad (por ter começado muito jovem e aberto portas e inspirando não só mulheres mas homens também), Lali termina com um conselho para jogadoras iniciantes que procuram relevância no mundo do poker: “Foque em você! Se dedique, estude, jogue muito! Se insira numa comunidade pra respirar o jogo o máximo possível! Se torne uma referência não só para mulheres, mas para homens também!”

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